You know, because we are so blind…

14 fev

Kool, you know, I’ve been thinking
What do we need to make things
Better in the world today?

You know, that’s a beautiful thought
We need peace, we need unity
We need peace for you and me

You know, because we are so blind
We can’t see, we cannot see the creator of a tree
The creator of a bee, the creator of you and me

What are you doing to make things better?
Well, you see, we are scientists of sound
We’re mathematically puttin’ it down

And you know we’re trying to find the key to the light
What do you mean by the key to the light?
Well, brother, you see, from the darkness came the light

We need that light to find peace and unity
Because there’s so much illusion and confusion
So much destruction, so much corruption

What could I do?
Well, you know, that’s why we have to save the children
Because you’re gonna play a very important part

So you must continue to strive and bring this peace and unity
Because there’s only one way to find heaven
Through peace and unity

Would that be heaven?
Yes, you know that would be heaven at once

Heaven at once, ooh heaven
Heaven at once, ooh heaven
Heaven at once, heaven at once
Ooh heaven, heaven at once

Yes, it would be heaven at once

Verdades que o cinema traz às vezes.

27 jan

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Sair…

25 jan

(do caderno TEC, Folha de São Paulo, 23.1.2012)

Em livros e artigos, cresce no exterior o debate sobre
os aspectos nocivos de viver o tempo todo conectado à internet.

NELSON DE SÁ
ARTICULISTA DA FOLHA

Há dois meses, falando a estudantes em Stanford, Mark Zuckerberg desabafou que, se voltasse no tempo para recomeçar o Facebook, ficaria em Boston, longe do Vale do Silício, dos fundos de “venture capital” e da “cultura de curto prazo”. Ele tem um problema: a abertura de capital do Facebook se aproxima e a rede social dá sinais de, nos EUA, ter batido no teto.

As visitas cresceram 10% de outubro de 2010 ao mesmo mês de 2011, segundo a comScore, contra 56% de aumento no ano anterior.

Já se fala em “saturação social”, como publicou o “New York Times”. Segundo depoimento de David Carr, repórter e colunista da área cultural do “NYT”, 2011 foi o primeiro ano em que ele viu sua produtividade cair por causa de seu consumo de mídia. E, para 2012, Carr diz estar diante da escolha entre cortar passeios de bicicleta ou “alguns desses hábitos digitais que estão me comendo vivo”.

Nas três primeiras semanas, nada. “Meu Twitter ainda está me comendo vivo, embora eu tenha tido certo sucesso em desligá-lo por um tempo”, diz ele à Folha. “Na maior parte do tempo, porém, é como ter um cão amigável que quer ser sempre acariciado, levado para passear. Em outras palavras, continua me deixando louco.”

MENOS INTERAÇÃO

Pouco a pouco, os americanos, bem como os europeus, restringem a interação on-line e se tornam “espectadores”, segundo o relatório Adoção de Mídia Social em 2011, da Forrester Research. Só um terço dos americanos e europeus atualiza seus perfis em redes sociais, Twitter inclusive, toda semana.

Já nos emergentes, Brasil entre eles, dois terços dos internautas atualizam seus perfis semanalmente. Nos centros urbanos, três quartos.

O relatório visa ajudar em estratégias de negócios, alertando que “essas tendências apresentam um desafio para o Facebook, conforme se aproxima de seu IPO [oferta pública de ações]“.

Aos estrategistas de marketing, Gina Sverdlov, da Forrester, escreve: “Se você tem como alvo usuários nos mercados ocidentais, priorize dar a eles conteúdo que possam simplesmente ler ou ver. Não espere muita interação dos consumidores ocidentais”.

“SLOW” TUDO

A reação vai além das redes sociais. No final do ano, a revista “Travel + Leisure” publicou uma edição sobre “o futuro das viagens”, ouvindo futuristas e proclamando que “o maior luxo do século 21 será escapar da rede” em “black hole resorts”, refúgios buracos negros, com “total ausência de internet -até as paredes serão impenetráveis ao acesso sem fio”.

Segundo Judith Kleine Holthaus, ex-Future Foundation, hoje responsável por estratégia e insight na McDonald’s Corp., “sejam instalados no alto de montanhas ou em vilas exóticas, os buracos negros serão o ápice do movimento ‘slow food’ [a favor de produção camponesa], ‘slow travel’, ‘slow’ tudo -o máximo em se livrar de tudo”.

Na mesma direção, espalham-se pela Ásia os centros de recuperação de viciados em internet. Na Coreia, já seriam 200. Na China, 300.

Ganham repercussão nos EUA os softwares criados por Fred Stutzman, da Universidade Carnegie Mellon, como o Freedom, um “software de produtividade” que restringe o acesso à web por um determinado número de horas.

ATAQUES À WEB

E no último ano e meio acumularam-se os livros com questionamentos aos efeitos da internet: ela mina a criatividade, escreve Jaron Lanier em “Gadget – Você Não É um Aplicativo” (ed. Saraiva); sufoca os momentos de quietude, segundo “Hamlet’s Blackberry”, de William Powers, inédito no Brasil; e afasta as pessoas com ferramentas que serviriam para aproximá-las, segundo “Alone Together”, de Sherry Turkle, do MIT, também inédito por aqui.

O porta-bandeira nas críticas é Nicholas Carr, autor três anos atrás de um artigo de grande repercussão na revista “Atlantic”, “Is Google Making Us Stoopid?” (“O Google está nos tornando burros?“), com argumentos que depois ampliou em “A Geração Artificial” (ed. Agir). Dele, na edição mais recente: “O que são os smartphones senão coleiras high-tech?“.


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23 jan

- Por que nos últimos 30 anos a música popular brasileira foi rebaixada da -televisão pra terceira divisão?
- Não foi pra terceira não. Foi pra sétima divisão!

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Internet livre?! Pra quê?!

19 jan

A internet livre que vem crescendo por causa da interação e da colaboração entre as pessoas como você conhece, pode ter um fim. Imagina se a moda pega no mundo todo. Não é exagero, eles já decidem o que você pode ou não saber e ainda querem controlar mais. Se liga, povo.

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Que todos possam sentir que somos todos Um.

9 jan


É longo, mas vale cada segundo.

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Marcas sinceras.

4 jan

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Feliz 2012 !!!!!

1 jan

Sou grato pelo ano que se foi e tudo que ele trouxe, com certeza me ajudou a chegar hoje melhor do que era antes. Sou grato pela companhia, paciência e carinho de um tanto de gente boa que tive o privilégio de encontrar na estrada da vida. Feliz 2012 para todos nós. Que a gente faça por onde e chegue cada vez mais longe e mais alto. :D

Como assim?! Alagar 640km² de floresta?!

16 nov

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…de modo que o meu espírito ganhe um brilho definido…

13 out

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Hóspedes

13 out

Ler devia ser proibido

24 ago

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Um grande Presente de Deus

26 jul

Todos os dias da vida a gente recebe a grande oportunidade de ser melhor e evoluir como espírito. Na verdade, não fomos ensinados a viver da forma correta. As pessoas passam muito tempo remoendo o passado, vivendo de saudade e lembrança. No lado oposto, a cabeça tende a só pensar no futuro, no que pode ser. Mas e o Agora? E as mudanças (na maioria das vezes internas) que precisam acontecer no Presente, que dependem da gente?
Às vezes essa oportunidade não é percebida por um tanto de gente que continua caminhando sem sair do lugar, só se repetindo sem se dar conta do Presente que Deus nos dá Aqui, Agora pra sermos melhores e estarmos cada vez mais no caminho do Divino Mestre.

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As raízes estão preparando a rosa

16 jun

Relendo, pensando…

“À noite, quando ninguém está olhando, a roseira está preparando a rosa. Lá nas entranhas da terra, as raízes estão preparando a rosa. Ninguém está olhando. Se a roseira pensar: “Só mostrarei as minhas rosas quando houver alguém por perto”, ela não terá nada para mostrar. Não terá nada para compartilhar, porque qualquer coisa que você possa compartilhar primeiro tem que ser criada, e toda a criatividade surge das profundezas da solidão.” (Osho)

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Desligue o computador. Leia um livro.

4 mai

Vontade de chamar a atenção e um estado de autocrítica rebaixada fazem as pessoas exibirem na internet até o que não querem mostrar.

IRENE RUBERTI 
COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

Aquele colega de faculdade que era tão simpático agora é o chato que registra os detalhes mais insignificantes do seu dia no Facebook.
Quem estava interessado em negócios e começou a seguir o executivo bem-sucedido no Twitter fica sabendo só sobre suas viagens e festas.
E é sempre um constrangimento quando um conhecido resolve expor suas crises pessoais na internet.
Frequentar as redes sociais é uma boa maneira de manter contatos, mas é preciso conter a ansiedade, a raiva e a curiosidade nessas salas sem paredes.
Muitas pessoas se sentem tão à vontade no mundo virtual que acabam revelando aspectos de suas personalidades que surpreendem (ou aborrecem) os demais.
“Todos nós temos aspectos desconhecidos até de nós mesmos, que podem ser positivos, como talentos, ou sombrios, como medos. A internet é um meio propício para experimentar esses lados”, diz Rosa Maria Farah, coordenadora do Núcleo de Pesquisas da Psicologia em Informática da PUC-SP.
Uma das hipóteses para isso é que, quando se está na internet, perde-se um pouco a noção de tempo e espaço.
O internauta fica em imersão, o que favorece uma condição quase de sonho. “As pessoas se sentem mais capazes de expressar desejos que, na vida presencial, pensariam 10 mil vezes antes de demonstrar”, afirma.
Nesse estado alterado de consciência, a censura e a autocrítica ficam rebaixadas.
Um estudo da Universidade da Califórnia (EUA) mostrou que os internautas ficam em estado contínuo de atenção parcial e alerta permanente. Os resultados indicam que o Twitter estimula a liberação do hormônio ocitocina e diminui os níveis do cortisol, associado ao estresse.
Segundo a pesquisa, as conexões on-line são entendidas pelo cérebro como contatos cara a cara.

SEDE DE ATENÇÃO
“Eu vejo dualidade nas pessoas nas redes sociais: o tímido se torna expressivo, e pessoas que no convívio são agradáveis e educadas ficam agressivas”, diz Gil Giardelli, professor da pós-graduação da Escola Superior de Propaganda e Marketing (ESPM).
Para ele, a vontade de chamar a atenção é uma das explicações.
Um levantamento feito pelo Facebook mostra que usuários que fazem mais críticas são os que recebem mais comentários.
Para o especialista em planejamento estratégico digital Felipe Morais, os internautas se surpreendem com o comportamento alheio porque, na verdade, acabam trazendo para o seu convívio pessoas que não conhecem a fundo. “Eu mesmo tenho mais de 800 contatos no Facebook, mas posso dizer que realmente conheço uns 15.”
Já o estudante de direito Guilherme Saraiva, 20, diz que já excluiu da sua lista pessoas “chatas”.
A maioria dos usuários de redes sociais prefere o papel de espectador, segundo Morais, que dá aulas de comércio eletrônico no MBA da Faculdade Anhembi-Morumbi.
Um levantamento feito pelo Yahoo Research mostra que apenas 0,05% dos usuários do Twitter conseguem chamar a atenção.

MULHERES
Nas redes sociais, as mulheres se expõem mais do ponto de vista pessoal. Uma pesquisa feita no ano passado pela Oxygen Media e Lightspeed Research mostrou que 21% das mulheres entre 18 e 34 anos que estão nas redes se levantam à noite só para checar o Facebook.
“Por uma questão cultural, as mulheres são mais abertas e comunicativas. É aceitável que elas mostrem mais os sentimentos”, diz a professora Rosa Farah.
A agente de negócios Fernanda Nunciato, 23, está no Facebook, MySpace, Orkut, LinkedIn, Twitter e tem um blog. Checar as redes sociais é a última coisa que faz antes de dormir e a primeira quando acorda. “Tomo o café da manhã vendo minhas páginas pelo notebook”, diz.
A top model alagoana Bruna Tenório, que mora em Nova York, também adotou a rede social para se comunicar com amigos e parentes.
“O Facebook é bem útil quando preciso ter contato com amigos, acho mais ágil escrever algo no mural deles, a resposta vem mais rápido do que por e-mail”, diz.
Ter muitos acessos no blog, um grande número de amigos no Facebook e de seguidores no Twitter virou símbolo de status, popularidade e prestígio.
Mas frequentar as redes sociais significa também conviver com amigos exibidos e gente mal-humorada e ficar da sabendo de detalhes pouco interessantes da rotina dos outros. “É o zoológico humano, só que visto de camarote”, afirma Farah.

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